quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Internacão involuntária

É só falar em internação involuntária que o tema é motivo de polêmicas. O fato é que esse tipo de intervenção é de grande necessidade em casos em que o dependente químico não consegue perceber que precisa de ajuda. E a família, por ato de amor e de esperança, busca a internação involuntária para salvar a vida daquele ente querido. Para desmistificar o assunto, respondemos as principais dúvidas a seguir:

1)  O que é internação involuntária?

A internação involuntária é uma forma dos familiares recorrerem a favor do dependente químico quando ele perdeu sua capacidade de escolher o que é melhor para ele, colocando a própria vida ou de outras pessoas em risco e não aceitando ajuda profissional para ficar livre do álcool e outras drogas.

2)  Tratamento e internação involuntária é a mesma coisa?

Não existe tratamento involuntário, porém, a internação involuntária faz parte do tratamento da dependência química em casos mais graves, em que o paciente necessita de cuidados mais intensos e não aceita ajuda. Após o período de desintoxicação, o dependente consegue ter discernimento para aceitar que precisa de ajuda profissional e, assim, seguir as demais etapas do tratamento.

3)  Quando é necessário este tipo de internação?

A internação involuntária é necessária quando o dependente químico não aceita ajuda ou não admite que as drogas estejam destruindo sua vida. Nesta fase, é comum que o dependente já esteja com os laços familiares e demais relacionamentos afetivos prejudicados, perdeu os bens materiais e o emprego, porque a sua vida gira em torno das drogas. É comum também o dependente químico colocar a própria vida ou de outras pessoas em risco.

4)  Existe alguma lei específica para a internação involuntária?

Sim, a internação involuntária está prevista pela Lei 10.216, de 6 de abril de 2002, regulamentada pela portaria federal nº 2.391/2002/GM. Se quiser acessá-la, clique aqui.

5)  Como internar um dependente químico?

Em clínicas de recuperação privadas, a família solicita a internação involuntária do paciente e um psiquiatra avalia o caso. Se confirmada a necessidade, o médico escreve um laudo sobre a saúde do dependente químico.  O Ministério Público é informado sobre a internação em até 72 horas.
Na rede pública o processo é semelhante. O familiar geralmente passa pela unidade de atendimento psiquiátrico ou CAPS (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas). Comprovada a necessidade, o paciente é encaminhado para alguma instituição.

6)  Qualquer clínica de recuperação ou comunidade terapêutica está apta para a internação involuntária?

Não. É importante que a família, antes de solicitar uma internação involuntária, verifique se o local está autorizado a fazer este tipo de internação. Os documentos que comprovam que a instituição está apta são:
  • Alvará de Funcionamento emitido pela prefeitura;
  • Autorização da Vigilância Sanitária; Inspeção do Corpo de Bombeiros;
  • Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES);
  • Autorização do Conselho Regional de Medicina do Estado.
Se você acredita que um ente querido precisa de internação involuntária, não deixe de procurar uma clínica de recuperação séria e totalmente apta para cuidar de dependentes químicos. Entre em contato com a Clínica Viva e dê a chance de recuperação a um dependente químico. Acesse: internação involuntária.

Sobre a autora:

Aguilaia Lopes é Jornalista especializada em Dependência Química, apaixonada por saúde, comportamento e bem-estar.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

dificil


pensamento


Habilidades


Você já parou para pensar como as interações sociais são importantes para a nossa vida? Como conseguiríamos viver tanto e com qualidade de vida se não nos comunicássemos com outros humanos? De fato, nossa vida seria muito prejudicada, e muito provavelmente a humanidade não teria se desenvolvido tanto. Se comparados aos demais animais, não somos os mais fortes e nem os mais rápidos. Num passado distante – diga-se, na pré-história de nossa espécie – sobreviver era uma luta diária, e interagir com outros seres humanos era imprescindível, formando grupos para caçar e manter o ambiente comunitário adequado às necessidades. Um dos maiores diferenciais do homem está na forma como nos agrupamos, formando sociedades complexas – o que é um reflexo de um aparato cerebral altamente desenvolvido.
Passamos boa parte de nossas vidas nos comunicando com outras pessoas. Como não poderia deixar de ser, esse assunto é estudado pela Psicologia há bastante tempo: praticamente todas as teorias de desenvolvimento abordam a questão da socialização e da importância das interações sociais. Interações sociais problemáticas podem comprometer significativamente a formação de uma pessoa em relação à sua saúde mental, acarretando em problemas como a ansiedade social, a depressão e desajustamento escolar, entre outros (Del Prette e Del Prette, 1999).
Nossa comunicação não é composta apenas pelo que falamos e ouvimos. Grande parte do que emitimos aos outros são sinais não verbais. A comunicação não verbal envolve o olhar e o contato visual, o sorriso, a expressão facial, a gestualidade, a postura corporal, os movimentos com a cabeça, o contato físico e a distância que mantemos de nossos interlocutores. Muitas vezes, emitimos esses sinais naturalmente, sem perceber. Assim, pode acontecer de você falar uma coisa e seu corpo sinalizar outra para as pessoas que te cercam, comprometendo significativamente a sua capacidade de se expressar. Modular os comportamentos não verbais é importante, sendo que a melhor dica que eu poderia dar é que você seja verdadeiro consigo mesmo em relação ao que faz e fala. Pessoas com altas habilidades sociais sabem a importância de ser honesto, já que, assim, o corpo não as trai.
Toda interação ocorre em um contexto. Por isso, uma boa leitura do ambiente é fundamental para a orientação da melhor forma de agir. É muito difícil regular comportamentos verbais e não verbais de socialização sem compreender em que contexto se está inserido. Um erro de leitura do ambiente pode transformar a intenção de um comportamento positivo em um desastre. Portanto, reparar no tipo de ambiente (se é formal ou informal, por exemplo), no semblante e nos trajes dos outros pode fornecer dicas relevantes para orientar como se portar adequadamente. Estudar como se dá a interação entre as outras pessoas e os sinais não verbais que elas emitem também são fatores fundamentais para se compreender o contexto de cada situação social e qual a melhor forma de agir.
Por fim, a apresentação pessoal também é importante em relação às interações sociais, principalmente se você tem um objetivo específico em mente. Por apresentação pessoal nos referimos à aparência: o uso de roupas e acessórios adequados para cada situação, higiene pessoal e até a forma de se barbear ou se maquiar influenciam. Assim como olhamos para uma pessoa e, por meio de sua aparência, podemos dizer algo sobre ela (e predizer se é interessante ou não estabelecer contato, além de ter uma noção de como contatá-la), os outros fazem o mesmo conosco.

Referências:
Bolsoni-Silva, A. (2002). Habilidades Sociais: breve análise da teoria e da prática à luz da análise do comportamento. Interação em Psicologia, 6(2), p. 233-242.
Del Prette, Z. A. P. & Del Prette, A. (1999). Psicologia das Habilidades Sociais: Terapia e educação. Petrópolis:Vozes.


terça-feira, 12 de agosto de 2014

PORQUE ENGORDAMOS ? POR QUE É TÃO DIFÍCIL EMAGRECER?


Engordar gente é acumular reservas, se proteger de algo futuro ....de que forma ? ficamos com medo de não sentir mais carinho , amor, afeto, alegrias - tudo ligado ao prazer ....... muitos são os sentimentos que temos...... medo de perder e/ou não sentir mais prazer portanto, nesse hora guardamos tudo o que sentimos de forma obsessiva e nos apegamos ao passado, buscando as experiências que nos deram alívio e prazer ...da mesma forma as coias materiais afetam nesse momento e temos medo de não ter mais a situação que tínhamos ou conquistamos > medo de perder ou medo de não reaver ....com esse medo tudo é aproveitado ao máximo e guardado e assim nossos inconsciente entende a mensagem passada: desejo não perder mais nada! E começa a guardar tudo que pode, refletindo também no nosso físico o guardar e se proteger da falta ...alguns autores explicam que a gordura é uma proteção e outros o medo de perder, acredito que seja a mesma mensagem: proteção e medo de perder juntos ....alguns nos falam que comemos por carência afetiva e estão corretos também pois quem come muito e guarda tudo está carente e carente de novos sentimentos de prazer...e há quem diga que engordamos por que comer dá prazer, usamos o comer como um remédio contra a falta de prazer - novamente corretos ao afirmar isso pois na ansia de acabar com o medo inconsciente de perder o que temos ou tínhamos a tendencia é buscar o mesmo sentimento sem se machucar em relação ao mundo externo - que forma melhor de fazer isso senão comer ? Solução : que é o que queriam saber né ? a solução para perder peso é buscar esses medos de perder - e encará-los de frente, desapegar-se do passado e seguir em frente abrindo-se para novos horizontes afetivos e de prazer .....exercícios físicos ajudam, mas ainda mais o prazer no exercitar-se, pois ajuda na produção de endorfina que é a sensação de bem estar = prazer - percebam que além de "queimar gordura" como dizem o exercício físico produz endorfina dando prazer e suprindo a falta interna a carência de prazer.





DOR CIÁTICA


  Por Michael Oduol : É um pinçamento do nervo ciático na saída da coluna vertebral, no nível lombar. Ela corresponde à mesma trama do lumbago, no entanto há uma "precisão" a mais. O lumbago é uma dor de uma certa "zona" que fala de uma sensação global, enquanto a ciática é uma dor de trajeto que pode ser mesmo capaz de se movimentar, desde a coluna vertebral até o dedo pequeno do pé. A ciática é uma sensação mais precisa que exprime, além disso, nossa dificuldade de abandonar alguns dos nossos antigos esquemas
quando ocorrem essas mudanças. A ciática segue o trajeto do meridiano da Bexiga, que gera, no nível energético, a eliminação das velhas memórias. Logo, estamos falando das tensões ligadas à aceitação de mudanças em um dos cinco planos da vida já citados,Cinco Princípios e aos cinco planos básicos da vida de todo indivíduo, a saber:
• O casal.
• A família.
• O trabalho.
• A casa.
• O país (a região). causadas pela nossa dificuldade para abandonar nossas crenças ou hábitos antigos, nossos antigos esquemas ou maneira de pensar, lugares onde encontramos algum equilíbrio, e os hábitos de vida materiais ou psicológicos cujo conforto pudesse nos parecer suficiente.


Enxaqueca



Enxaqueca nos fala das pessoas perfeccionistas, não como pejorativo, mas como pessoas inflexíveis em seus mapas mentais , o que são mapas mentais ? Mapas mentais seriam as formas de agirmos diante de uma determinada situação. Nele temos nossas ferramentas elaboradas e prontas para usar caso aconteça isso e/ou aquilo ...um "mapa de atitudes" a serem tomadas por exemplo: se eu quero viajar tenho que tomar essa e aquela atitude ...nos perfeccionistas se uma das atitudes não recebe a resposta esperada tira ele(a) do sério, deixa com raiva, ou triste ou sente de forma ruim ....nos flexíveis a mudança no resultado de uma determinada atitude é considerada e o "mapa de atitudes" mudado, nos perfeccionistas o mapa não pode mudar e o resultado tem que ser o mesmo !....se não é o mesmo o perfeccionista tende a ficar se perguntando o por que de não dar certo seu "velho mapa", sem se permitir mudá-lo e essa atitude mental sobrecarrega nosso racional que é refletido na cabeça através de dores, o inconsciente dizendo : estou com sobrecarga no racional para de se apegar aos velhos mapas e deixe a vida fluir ! ele cria a dor para te incapacitar de usar o órgão que está sobrecarregado : nesse caso a morada do racional . Cérebro......ele te incapacita de forma clara : dê um tempo ! Descanse ! Vai dormir ! Nem luz é tolerável as vezes para quem está com dor de cabeça justamente para a pessoa "dar um tempo"